Em BRUDYLAB, somos especialistas em nutrição médica, baseada nos benefícios que o DHA apresenta para a saúde e no correto desenvolvimento cerebral e visual dos seres humanos. Nosso objetivo é oferecer produtos dietéticos que diminuam o stresse oxidativo e a inflamação associados a doenças, complementando a dieta. Desenvolvemos produtos dirigidos quer a proteção oxidativa, quer à fertilidade humana, para tentar otimizar o funcionalismo cerebral e reduzir os fatores de risco cardiovasculares derivados do excesso de gorduras no sangue (colesterol e triglicerídeos). Suplementos alimentares e alimentos para uso médico especial (AUME), baseados no triglicerídeo antioxidante do DHA (TG-DHA). O DHA é um ácido gordo poliinsaturado de ómega-3 de cadeia longa (AGPI Omega-3), essencial para o desenvolvimento intelectual e visual do ser humano.

Resultado da colaboração entre uma empresa privada e o Departamento de Bioquímica e Biomedicina Molecular da Universidade de Barcelona, em abril de 2014, obtivemos definitivamente a patente europeia para o uso do Triglicérido de DHA como antioxidante celular. Fomos pioneiros no estudo da atividade antioxidante do TG-DHA em culturas de células humanas1, confirmamos por com estudos clínicos.

 

O TRIGLICÉRIDO DE DHA ANTIOXIDANTE (A Tridocosahexanoína-AOX®)

A nossa investigação baseou-se na observação da fisiología humana para então imitá-la. Com base na importância do DHA para a maturação do cérebro e da retina no feto e recem-nascido, fica claro que nesses períodos de desenvolvimento será necessária uma alta contribuição do DHA.

Isto ocorre durante o último trimestre da gravidez e o primeiro ano de vida. A mãe é quem fornece DHA ao feto, primeiro pela via placentária e depois ao recém-nascido, através da amamentação; DHA que a mulher obtém inteiramente da dieta, com a ingestão de peixe. Analisando o leite materno, vimos que 87% do DHA presente está na forma de triglicéridos e, por esta razão, fica evidente que o ser humano deve receber DHA na forma de triglicerídeo, se quisermos uma absorção digestiva ideal. Quando investigamos a posição que o DHA ocupa nos triglicerídeos do leite materno por cromatografia, pode-se observar que 50% do DHA está localizado na posição central (Sn-2) do triglicerídeo. Isto significa que esta posição será fundamental para uma melhor absorção digestiva do DHA.

As lipases salivares, gástricas e pancreáticas quebram as ligações 1 e 3, liberando os ácidos gordos das extremidades, que são absorvidos como ácidos gordos livres; mas estes não são capazes de quebrar a ligação na posição 2 do glicerol, que é transformado em monoglicerídeo de DHA. Neste caso, o monoglicerídeo do DHA atravessa o enterócito intacto, para alcançar o sangue. Uma vez no sangue, a presença de um poliinsaturado na posição central estimulará sua conversão para a forma fosfolipídica, a ser depositada na membrana celular. Isso é obtido adicionando um novo ácido gordo na posição 1 e colocando um grupo fosfato e uma base nitrogenada na posição 3. O triglicérido antioxidante do DHA, convertido em monoglicérido do DHA no trato digestivo, é absorvido e convertido em Fosfolípido de DHA, que será inserido nas membranas celulares.

 

 

 

NOSSA PATENTE

A nossa patente resulta da síntese de triglicéridos do DHA com o DHA na posição central, que favorece a absorção digestiva e sua conversão em fosfolipídios do DHA, localizados em qualquer membrana celular.

Estudos em culturas celulares permitiram deduzir que a presença de uma quantidade maior de DHA na membrana celular, uma vez que o DHA possui 6 ligações duplas que podem ser facilmente oxidadas, resulta na ativação génica, por excesso de regulação enzimática e na célula que aumenta a produção de glutatião no citoplasma na ordem de 200 a 300% mais do que o normal.

 

 

A tridocosahexanoína-AOX duplica e triplica a proteção antioxidante da maioria dos antioxidantes conhecidos, tanto os mais clássicos como a coenzima Q10, a vitamina E e a vitamina C, ou os mais modernos, como o resveratrol da uva, a luteína, ou a quercetina de cebola e maçã. O corpo humano absorbe estes elementos atraves da dieta alimentar mas somente os mais lipossolúveis chegam ao interior da célula. Pelo contrário, o triglicerídeo do DHA atua estimulando a síntese intracelular do glutatião, a principal proteína antioxidante (fornecedora de electrões) das células de mamíferos.

 

 

 

 

Se o que queremos é aumentar a presença de acidos gordos poliinsaturados ómega-3, como EPA e DHA, na membrana celular, deve ser considerada a sua administração concentrada e isolada de outros ácidos gordos (saturados, monoinsaturados e Ómega 6).

 

 

Papel anti-inflamatório2 - antiangiogénico e antitumoral3 do DHA

Os AGPI Ómega-3, como o DHA, competem com os ómega-6 ao nível das membranas celulares. O estudo de biodisponibilidade dose-resposta evidencia como são depositados na membrana dos glóbulos vermelhos 30 dias após administração oral. A taxa de decrescimo do ácido  araquidónico (ARA) Ómega 6, é compensada pelo aumento equivalente no DHA. A alteração na membrana eritrocitária é um reflexo fiel do que acontece nas restantes das membranas celulares em todo o corpo. Foi observado que os participantes que tomaram doses mais altas atingem níveis mais altos de DHA nas membranas dos glóbulos vermelhos. Não há alterações no grupo suplementado com placebo.

 

 

FASE DE INDUÇÃO: O maior aporte de omega-3 permite o predominio destes sobre o ómega-6 nas membranas celulares. Assim, quando há destruição celular por qualquer causa, os fosfolipídios da membrana são metabolizados para formar prostaglandinas e tromboxanos da série E3 e leucotrienos da série 5, com atividade anti-inflamatória, antitrombótica e fracamente quimiotática, diferentemente dos gerados pelo ómega-6: Prostaglandinas e Tromboxano da série E2 e Leucotrienos da série 4, que apresentam atividade inflamatória.

 

FASE DE AMPLIFICAÇÃO: Da mesma forma que os AINEs e corticosteróides, o DHA é um inibidor da ativação do fator nuclear beta Kappa (FN-κβ), responsável pela amplificação da resposta inflamatória4. A ativação resulta na síntese de novos mediadores inflamatórios: citosinas/citoquinas (IL-6, IL-8, IL-10), moléculas de aderencia intercelular (ICAM), de aderencia vascular (VCAM), fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e metaloproteinases, que amplificam a resposta inflamatória e favorecem a neovascularização (angiogénese) nos tecidos afetados.

A inibição da ativação do FN-κβ explica porque o DHA minimiza a síntese de muitas citocinas como IL-6, IL-1β, IL-10, FNT-α e o VEGF que dificulta a neovascularização (angiogenese) e crescimento tumoral.3

 

 

 

 

 

DHA EM ONCOLOGIA: A administração de AGPI ómega-3 durante um período anterior ao início do tratamento quimioterápeutico, facilita a eficácia e reduz os efeitos adversos do mesmo4.

A maior fluidez que o DHA confere às membranas celulares facilita a penetração da quimioterapia. A indução causada pelo DHA na síntese de glutatião dentro das células significa que as células saudáveis obtêm melhor proteção contra a oxidação causada pela quimioterapia, gerando menos efeitos adversos.

A imaturidade das células tumorais impede que se protejam sintetizando o glutatião, e quando a quimioterapia é aplicada, o DHA da membrana oxida e contribui para a apoptose da célula tumoral. Alguns estudos clínicos publicados no cancro de mama5,6 e pulmão7,8,9 indicam benefícios.

 

 

 

 

 

Referências bibliográficas:

  1. Gassó F, Domingo JC, et al; Docosahexaenoic acid improves endogen antioxidant defence in ARPE-19 cells; 2008 ARVO abstract; Poster 5932/A306.
  2. Chen W et al; Anti-inflammatory effect of docosahexaenoic acid on cytokine-induced adhesion molecule expression in human retinal vascular endothelial cells; Invest Ophthalmol Vis Sci 2005; 46: 4342-7.
  3. Spencer L, et al; The effect of omega-3 FAs on tumour angiogenesis and their therapeutic potential; Eur J Cancer 2009; 45:2077-86.
  4. Nawale Hajjaji, et al; Selective sesitization of tumors to chemotherapy by marine-derived lipids. A review; Cancer Treatment Reviews 2012, jul 29.
  5. Bougnoux P, et al; Improving outcome of chemotherapy of metastatic breast cancer by docosahexaenoic acid: a phase II trial; British Journal of Cancer (2009) 101, 1978 – 1985
  6. Jiajie Liu, et al; The Role of n-3 Polyunsaturated Fatty Acids in the Prevention and Treatment of Breast Cancer; Nutrients 2014, 6, 5184-5223
  7. Concetta Finocchiaro, et al; ffect of n-3 fatty acids on patients with advanced lung cancer: a double-blind, placebo-controlled study; British Journal of Nutrition (2012), 108, 327–333
  8. van der Meij BS, et al; Oral nutritional supplements containing n-3 polyunsaturated fatty acids affect quality of life and functional status in lung cáncer patients during multimodality treatment: an RCT; European Journal of Clinical Nutrition (2012) 66, 399 - 404
  9. Rachel A Murphy, et al; Supplementation With Fish Oil Increases First-Line Chemotherapy Efficacy in PatientsWith Advanced Nonsmall Cell Lung Cancer; Cancer 2011;117:3774–80.

© 2015-2020 Brudy Lab, S.L.U  |  C/Ulises 108, 2º C - 28043 Madrid (Espanha) - Tel. +34 91 300 10 14  |  info@brudylab.com  |  Aviso LegalCookies  |  Política de qualidade